Mulher Gastronomia
Ovos cozidos em Formato de Coração
Chá de Hibisco
Cupcake para a Páscoa
Coffee Shake
3 bolas de sorvete de baunilha
1 colher de chá de essência de macadâmia
Chantillly e pistache moído
Modo de Preparo
Coloque o café, o sorvete e a essência de macadâmia no liquidificador. bata tudo. Coloque a mistura em copo alto ocupando aproximadamente 2/3 dele. Complete com chantilly e polvilhe com pistache moído. O ideal é servir com um canudo para frozen ou uma colher de chá de cabo longo (bailarina) para que seja possível misturar a bebida.
Este Shake foi uma sugestão de HOO Café que fica na Alameda Augusto Stellfeld, 1527 em Curitiba - PR.
Fonte: Gazeta do Povo, Caderno Viver Bem de Domingo, 28 de dezembro de 2008.
Docinhos para o Natal
Tem a receita de algumas destas e de outras lá no site, mas estão em inglês, portanto - use o Google Tradutor nele.








Pavê de Bis

01 lata de leite condensado
01 l de leite
04 colheres (sopa) de amido de milho
02 ovos separados
02 caixas de chocolate Bis picado
01 xícara de açúcar
01 lata de creme de leite
Modo de fazer:
Numa panela misture o leite condensado, o leite, o amido de milho e as gemas. Cozinhe mexendo sempre até engrossar. Reserve. Numa fôrma refratária, com capacidade para 3 litros despeje metade desse creme, o chocolate picado e o restante do creme. Bata as claras em neve, acrescente o açúcar aos poucos, batendo sempre. Junte o creme de leite e mexa bem. Coloque esta mistura por cima do creme e leve á geladeira.
Capuccino

Para o pó
Ingredientes
1 lata de leite em pó
1/2 lata de chocolate em pó
250 g de café solúvel
3 colheres (sopa) de bicarbonato de sódio
1/2 kg de açúcar
Modo de Preparo
1. Numa tigela grande, junte todos os ingredientes e misture muito bem. Esta mistura de pós é a base do capuccino.
2. Armazene o pó para capuccino num recipiente com tampa hermética. Guarde o recipiente em local seco e arejado.
Para a bebida
Ingredientes
1 xícara (chá) de água fervente
1 colher (sopa) de pó para capuccino
Modo de Preparo
1. Numa panelinha, leve a água ao fogo alto para ferver.
2. Quando ferver, transfira a água para uma xícara ou caneca, adicione 1 colher (sopa) de capuccino. Misture com uma colher até dissolver o pó e sirva bem quente.
Bandeiras de Comida
Mini Cheesecakes

Tempo de Preparo: 20 minutos
Tamanho da Porção: 1 colher de sopa
Ingredientes
- 225 ml de cream cheese
- 1 lata de leite condensado
- 2 colheres de suco de limão
- 1 colher (chá) de essência de baunilha ou 1 colher (sopa) de baunilha
- 48 casquinhas de torta (ou canapé doce)
Modo de Preparo
Numa vasilha pequena, bata o cream cheese e o suco de limão até obter um creme macio.
Adicione a baunilha e o leite condensado à mistura de cream cheese, batendo cerca de 45 a 60 segundos, até obter um creme macio.
Despeje aproximadamente 1 colher (sopa) de creme por casquinha.
Coloque as frutas vermelhas (amoras, framboesas, podem morangos) sobre o creme nas casquinhas (frutas muito grandes podem ser cortadas em pedaços menores).
Leve ao refrigerador por 1 hora ou até o creme endurecer.
PS: Esta receita faz aproximadamente 3 xícaras de creme.
PS2: Se preferir um cheesecake de sabor mais suave, retire o suco de limão da receita ou o substitua por suco de laranja lima.
http://www.leitecondensado.com/
Massa de panqueca doce
Ingredientes:
- 1 copo de leite
- 1 ovo
- 1 copo de farinha de trigo
- 1 colher de sopa de óleo
- 1 colher de sopa de açúcar
- 1 colher de sopa de essência de baunilha
Modo de preparo:
Igual ao modo de preparo da massa de panqueca salgada.
Opções de recheio: doce de leite, brigadeiro, nutela, geléia, beijinho.
Massa de panqueca salgada
Ingredientes:
- 1 copo de leite
- 1 ovo
- 1 copo de farinha de trigo
- 1 colher de sopa de óleo
- 1 pitada de sal
Modo de preparo:
Bata os ingredientes no liquidificador.
Pré aqueça uma frigideira de teflon com uma colherinha de óleo.
Coloque a massa na frigideira com o auxílio de uma concha.
Deixe assar até que a borda obtenha uma cor dourada.
Vire a panqueca e deixe dourar o outro lado.
Opções de recheio: queijo com presunto, frango com catupiry, carne moída, calabresa.
Babá ao Rum
Há alguns anos atrás, trabalhei em uma confeitaria portuguesa nos Estados Unidos, e passei a conhecer alguns doces que ainda não tinha provado. A maioria deles maravilhosos como os pastéis de nata, o cheesecake de morangos (sonho com ele até hoje e por aqui não encontro nem parecido, e nem achei uma receita daquela delícia que ao menos lembrasse aquela), o brownie, os blolos com doces de ovos (nunca imaginei que fosse tão bom), entre outras delícias. Aos poucos vou contando mais sobre aquelas gostosuras.
Hoje vim comentar mesmo sobre a Babá ao Rum, que eu nunca tinha ouvido falar antes, mas que depois que provei fiquei apaixonada. Não digo que é a minha sobremesa favorita porque tenho várias (e depois que morei lá, então, aumentaram). Mas é um sonho de tão gostoso.
Ingredientes:
2 tabletes de fermento para pão
1 colher (sopa) de açúcar
1/2 xícara de leite morno
4 ovos
200 g de manteiga
1/2 kg de farinha de trigo
100 g de uva passa
casca de limão ralada (1 limão)
Calda de rum
1/2 kg de açúcar
1 copo de água
1 cálice de rum
1 fatia de laranja
1 rama de canela
2 cravos-da-índia
Modo de Preparo:
Misturar o fermento esfarelado com o açúcar, o leite morno e 1 colher de farinha. Deixar crescer por 10 minutos. Numa tigela colocar farinha, a manteiga amolecida, os ovos batidos, a casca de limão ralada, as uvas passas e o fermento crescido. Amassar com a mão todos os ingredientes até obter uma massa lisa. Cobrir com um pano e deixar crescer durante 1 hora em lugar abafado (pode ser o forno de fogão desligado). Untar uma fôrma para bolo com buraco no centro. Colocar a massa e deixar crescer por 30 minutos em lugar abafado. Assar em forno médio durante meia hora. Quando estiver morno, umdecer com calda de rum.
Calda de Rum
Ferver todos os ingredientes, menos o rum, durante 5 minutos. Coar e juntar o rum. Derramar quente sobre o babá ainda na fôrma até absorver completamente a calda. Deixar esfriar, desenformar e servir.
Ainda nas minhas buscas encontrei esta reportagem falando sobre a história da Babá ao Rum. E aqui vai um pouco de cultura:
Do cinema para a mesa
02 Outubro 02 2009Adriana Cortez
Para quem não conhece o babá ao rum é um bolinho de massa fermentada, normalmente com formato de cogumelo, servido à base de rum, chantilly e às vezes rodeado de creme inglês. Surgiu no Leste Europeu e começou a fazer parte das doçarias francesas no século 19. É conhecido por ser a sobremesa do filme ganhador do Oscar de melhor filme estrangeiro em 1988, “A festa de Babette”, do diretor Gabriel Axel. No filme, passado em um vilarejo da costa dinamarquesa, o babá ao rum é o doce que a personagem principal, vivida pela atriz francesa Stéphanie Audran, aprendeu no tempo de chef do Café Anglais, de Paris. Esse famoso café realmente existiu, entre 1802 e 1913, e oferecia em seu cardápio babá ao rum. Em São Paulo o babá ao rum era conhecido apenas por uma clientela restrita. Hoje, com a adesão da doceria Ofner ao mercado, o doce tem a sua popularidade crescendo a cada dia.
Não se sabe ao certo a história do babá ao rum, mas credita-se a invenção ou pelo menos o aperfeiçoamento do bolinho ao rei deposto da Polônia, Stanislas Leszczynski. O rei era sogro de Luis XV e foi acolhido e consolado na França, onde recebeu o ducado da Lorena quando Francisco III renunciou para se tornar Imperador da Áustria ao se casar com Maria Teresa de Habsburgo. Após a morte de Leszczynski em 1739, o ducado foi herdado por Luis XV e incorporado aos seus domínios.
O babá ao rum possui várias versões a respeito de sua invenção, a primeira diz que Leszczynski teria recebido o doce de presente na Alemanha, onde era chamado de kugelhopf. Ao voltar para a Polônia, percebeu que ele estava ressecado então teve a idéia de embebê-lo em calda de rum e nunca mais quis come-lo de forma diferente. O nome surgiu por causa de sua admiração à famosa obra da literatura persa, “As Mil e Uma Noites”, onde o herói se chama Ali Babar.
A segunda versão da história é o seu surgimento a partir de um bolo eslavo, feito com farinha de centeio, conhecido na Polônia por babka e tradicionalmente banhado com Tokaji, o famoso vinho doce da Hungria. A divulgação dessa história é atribuída ao pâtissier Gaston Lenôtre que a contou no livro “Desserts Traditionelles de Franc”.
Nas duas opções tem-se certeza que a difusão foi obra de Stanislas Leszczynski, que após descobrir o delicioso doce o apresentou à sua filha Maria, mulher de Luis XV, tornando-se também apaixonada pela iguaria. O babá ao rum começou a ser vendido em Paris depois que o pâtissier Stohrer saiu da Lorena, aperfeiçoou a receita e abriu uma confeitaria na capital francesa. Na metade do século 19, o babá ao rum inspirou o surgimento de doces semelhantes: o brillat-savarin, hoje denominado savarin; o gerenflot, em Paris; e o fribourg, em Bordeaux.
Após o sucesso de sua primeira criação e somado a sua paixão por doces Stanislas Leszczynski participou de outras invenções, como as madeleines, bolinhos de farinha de trigo, manteiga, ovos e açúcar, perfumados com limão ou laranja.
A família de Leszczynski era conhecida por comer grande quantidade tanto de doces como de salgados. Sua filha Maria famosa por contratar grandes chefs para trabalhar no palácio real criou as bouchées à la reine, bombinhas de massa folhada, recheadas com salpicão.
Graças à gulodice dessa família que surgiram deliciosos doces e salgados que hoje complementam a culinária francesa. A quem tiver oportunidade de experimentar o babá ao rum, um bom apetite, e que apetite já que é impossível comer um só.
Fonte: http://leituragastronomica.wordpress.com/2009/10/02/do-cinema-para-a-mesa/















